Prefeitura de Serrana 2018 — Questão 52 · Período Colonial: produção de riqueza e escravismo

Período Colonial: produção de riqueza e escravismo

Prefeitura de Serrana · História

Em 1624, quando a notícia da conquista de Salvador pelos holandeses chegou a Lisboa, o governador de Portugal, o conde de Basto, escreveu ao rei em Madri:


[...] porque o Brazil leva todo este reino tras de si, as rendas reais, porque sem Brazil, não há Angola, nem Cabo Verde, nem o pau que dali se traz, nem alfândegas, nem consulado, nem portos secos, nem situação em que se paguem os tribunais, e ministros e seus salários, nem meio de que possam viver, e dar vida a outros, a nobreza, as religiões, misericórdias e hospitais, que tinham nas alfândegas situados os seus juros e suas tenças. E assim foi esse golpe o mais universal que podia padecer o rei, o público e os particulares [...]


(Stuart B. Schwartz. “Gente da terra braziliense da nasção”. Pensando o Brasil: a construção de um povo. Em: Carlos Guilherme Mota (org). Viagem incompleta. A experiência brasileira. Formação: histórias (1500-2000))


O documento mostra

Alternativas

  1. A

    a possibilidade de o governo da União Ibérica ceder espaços coloniais na América para a Companhia das Índias Ocidentais.

  2. B

    como, no decorrer do século XVII, o açúcar produzido no Brasil se transformou na principal riqueza do Império português.

  3. C

    o aumento do interesse português pelo açúcar da América e, em decorrência disso, o desinteresse pela exploração do tráfico negreiro na África.

  4. D

    a fragilidade econômica da América portuguesa, revelada pela incapacidade em conter as invasões estrangeiras.

  5. E

    o descuido português com o Brasil, porque a atenção lusitana estava inteiramente voltada para a costa oriental africana.

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Fonte: Prefeitura de Serrana

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