IFB 2017 — Questão 33 · História da Arte no Brasil
História da Arte no Brasil
IFB · Artes
Um diálogo possível com a cultura afro é a máscara. Sabemos que ela não existe unicamente
na África e, já que constitui uma categoria universal, a máscara pode ser um ponto de conexão
forte da arte contemporânea do Brasil com as culturas africanas e afro-brasileiras. Diante disso,
todas as afirmativas abaixo estão corretas, EXCETO:
Alternativas
- AA conexão forte da arte contemporânea do Brasil com as culturas africanas e afro-brasileiras nos permite chegar à obra de Lígia Clark, Mario Cravo Junior e Laura Lins.
- BÉ possível fazer uma aproximação com a obra “Cabeça coletiva”, de Lígia Clark, de 1975 – uma peça de madeira estruturada com materiais diversos, a qual as pessoas vestem, cobrindo toda a cabeça – com a cerimônia de Bori (Dar comida à cabeça) realizada no candomblé, na qual a cabeça da pessoa é alimentada.
- CAs “Máscaras Sensoriais”, de 1960, feitas em tecidos e com sacos de rede de naylon também podem ser vinculadas aos rituais dos ebós.
- DA obra Capuzes (Homen carne\mulher = carnes, 2001), de Laura Linse, e também as “Aves enfeitadas”, podem ser atributos exigidos para cultos, mas mantendo o pertencimento cultural e artístico.
- EChico Tibibuia em sua escultura intitulada “Exus”, em madeira, de 1995, nos diz de sua relação ambígua com essa entidade poderosa. Suas próprias palavras, “Tenho exu na cabeça e Deus no coração”, nos apresentam vivências e tensões contemporâneas.
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Fonte: IFB