IFTM 2019 — Questão 4 · Leitura e interpretação de texto
Leitura e interpretação de texto
IFTM 2019 · Português
Texto de apoio As questões de 1 a 6 devem ser respondidas com base no texto a seguir.
Uma crítica a “La Casa de Papel”: a história de um assalto digno de aplausos
Fonte: Gettyimages Em um grupo de oito ladrões de personalidades bem distintas, a casa da moeda é tomada com 60 reféns em seu interior. O objetivo do bando é executar o plano do professor: roubar 2,4 bilhões de Euros.
No finalzinho de 2017, a Netflix disponibilizou em seu catálogo a primeira parte de “La Casa de Papel”, que conseguiu roubar sua atenção logo no primeiro episódio, cheio de ação, suspense, planos geniais e plot twists matadoras.
A minissérie espanhola se tornou um fenômeno de público no Brasil, e uma das séries mais assistidas da história da plataforma. Em seu país original, ela foi lançada originalmente com um total de 15 episódios, porém, pelo mundo, a Netflix dividiu a temporada em duas partes com um total de 22 episódios.
A história acompanha um homem genial, chamado Professor (Álvaro Morte), que recruta oito criminosos para assaltar a Casa da Moeda da Espanha – em um plano surpreendentemente contundente. Cada passo desse perfeito plano do professor é contado pela narradora Tokio, interpretada pela maravilhosa Úrsula Corberó, uma ladra que se tornou uma assassina após seu noivo ser morto durante um assalto.
Usando flashbacks, nós vamos conhecendo um pouco mais de cada um dos ladrões e tendo empatia com eles, algo similar à Síndrome de Estocolmo. Afinal, nós entendemos as motivações de cada um dos ladrões.
Todos os personagens são tridimensionais e aprofundados, e cada personalidade é trabalhada separadamente, deixando a série mais interessante e viciante. É muito difícil conseguir não ir direto
para o próximo episódio, pois cada virada na trama nos deixa mais curiosos pelo desfecho da história.
Além de conhecer o passado dos assaltantes, nós também conhecemos um pouco do drama de alguns dos reféns, com destaque para a atriz Esther Acebo, que interpreta Mónica, em uma atuação sensacional.
Na primeira parte, somos apresentados aos personagens e às reviravoltas em torno do plano genial do professor. Na segunda parte, enquanto o barco começa a afundar e o plano é colocado em cheque, nossos bandidos preferidos partem para a ação para salvar suas próprias peles.
Criada por Álex Pina, “La Casa de Papel” tem um roteiro genial e atuações acima da média, e já se tornou um fenômeno no Brasil. É uma série que te prende na frente da TV do começo ao fim, cheia de suspense, drama e reviravoltas de tirar o chapéu, mesmo sendo contada em apenas uma temporada.
O desfecho é agridoce, e pode deixar as pessoas de queixo caído com o destino de alguns desses personagens.
Minha nota para “La Casa de Papel” é 10. De tirar o chapéu! Não perca!
Disponível em: https://cinepop.com.br. Adaptado. Acesso em: 5 set. 2018 ______________________________________________________________________________
No trecho “É muito difícil conseguir não ir direto para o próximo episódio, pois cada virada na trama nos deixa mais curiosos pelo desfecho da história”, há a utilização do elemento conectivo “pois”, em destaque.
Qual dos termos a seguir substituiria o conectivo “pois” sem alteração de sentido?
Uma crítica a “La Casa de Papel”: a história de um assalto digno de aplausos
Fonte: Gettyimages Em um grupo de oito ladrões de personalidades bem distintas, a casa da moeda é tomada com 60 reféns em seu interior. O objetivo do bando é executar o plano do professor: roubar 2,4 bilhões de Euros.
No finalzinho de 2017, a Netflix disponibilizou em seu catálogo a primeira parte de “La Casa de Papel”, que conseguiu roubar sua atenção logo no primeiro episódio, cheio de ação, suspense, planos geniais e plot twists matadoras.
A minissérie espanhola se tornou um fenômeno de público no Brasil, e uma das séries mais assistidas da história da plataforma. Em seu país original, ela foi lançada originalmente com um total de 15 episódios, porém, pelo mundo, a Netflix dividiu a temporada em duas partes com um total de 22 episódios.
A história acompanha um homem genial, chamado Professor (Álvaro Morte), que recruta oito criminosos para assaltar a Casa da Moeda da Espanha – em um plano surpreendentemente contundente. Cada passo desse perfeito plano do professor é contado pela narradora Tokio, interpretada pela maravilhosa Úrsula Corberó, uma ladra que se tornou uma assassina após seu noivo ser morto durante um assalto.
Usando flashbacks, nós vamos conhecendo um pouco mais de cada um dos ladrões e tendo empatia com eles, algo similar à Síndrome de Estocolmo. Afinal, nós entendemos as motivações de cada um dos ladrões.
Todos os personagens são tridimensionais e aprofundados, e cada personalidade é trabalhada separadamente, deixando a série mais interessante e viciante. É muito difícil conseguir não ir direto
para o próximo episódio, pois cada virada na trama nos deixa mais curiosos pelo desfecho da história.
Além de conhecer o passado dos assaltantes, nós também conhecemos um pouco do drama de alguns dos reféns, com destaque para a atriz Esther Acebo, que interpreta Mónica, em uma atuação sensacional.
Na primeira parte, somos apresentados aos personagens e às reviravoltas em torno do plano genial do professor. Na segunda parte, enquanto o barco começa a afundar e o plano é colocado em cheque, nossos bandidos preferidos partem para a ação para salvar suas próprias peles.
Criada por Álex Pina, “La Casa de Papel” tem um roteiro genial e atuações acima da média, e já se tornou um fenômeno no Brasil. É uma série que te prende na frente da TV do começo ao fim, cheia de suspense, drama e reviravoltas de tirar o chapéu, mesmo sendo contada em apenas uma temporada.
O desfecho é agridoce, e pode deixar as pessoas de queixo caído com o destino de alguns desses personagens.
Minha nota para “La Casa de Papel” é 10. De tirar o chapéu! Não perca!
Disponível em: https://cinepop.com.br. Adaptado. Acesso em: 5 set. 2018 ______________________________________________________________________________
No trecho “É muito difícil conseguir não ir direto para o próximo episódio, pois cada virada na trama nos deixa mais curiosos pelo desfecho da história”, há a utilização do elemento conectivo “pois”, em destaque.
Qual dos termos a seguir substituiria o conectivo “pois” sem alteração de sentido?
Alternativas
- Apara quê.
- Bporque.
- Cporquê.
- Dpor quê.
- Epor que.
Consulte a resposta
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Fonte: IFTM 2019