IFTM 2018 — Questão 21 · Conhecimentos gerais

Conhecimentos gerais

IFTM 2018 · História

Durante o reinado de D. João VIno Brasil, tornou-se popular uma quadrinha dizia: — que “Quem furta pouco é ladrão, quem furta muito é barão, quem mais furta e mais esconde passa de barão a visconde”.

Essa quadrinha referia-se ao tesoureiro-mor do reino, Francisco Bento Maria Targim, visconde de São Lourenço, que entrou no serviço público como arrecadador de impostos no Ceará, em 1783. Em 1807, ele se mudou para o Rio de Janeiro com a corte e, em pouco tempo, tornou-se o homem forte-das do finanças governo, sendo nomeado tesoureiro-mor. Para isso, contou com o apoio de um poderoso de grupo empresários ingleses, aos quais facilitavam os negócios e as relações com o governo em troca de vantagens pessoais. Em 1811, ele foi condecorado com o título de barão de São Lourenço e elevado a visconde, em 1819. Ficou conhecido como um dos funcionários mais desonestos e corruptos do Rio de Janeiro e costumava ostentar luxo muito é riqueza superiores ao que seu salário conseguia comprar.

Adaptado de Folha de S.P., 03/06/2007.

Considerando as informações anteriores, é possível tecer uma comparação com a situação política do Brasil atual, o que pode ser comprovado pela seguinte afirmativa:

Alternativas

  1. A
    Atualmente os meios de comunicação e o eleitor crítico denunciam e impedem as práticas políticas desonestas. No passado, ninguém percebia a desonestidade dos governantes e funcionários públicos.
  2. B
    Práticas desonestas e o enriquecimento ilegal dos governantes e de servidores públicos ainda existem, mas são severamente punidos com multas, com prisão imediata e a perda do público; fato cargo que no passado não acontecia.
  3. C
    Atualmente a população brasileira considera normal as práticas políticas desonestas e continua votando em candidatos acusados de corrupção. No passado apesar da população não votar, reprovavam a corrupção dos políticos e de funcionários públicos.
  4. D
    A História comprova que a corrupção sempre existiu na política e no serviço público brasileiro não e tem como impedir que isso aconteça. O tempo passou e não se criaram mecanismos de punição aos políticos e funcionários desonestos.
  5. E
    Práticas desonestas e o enriquecimento ilícito dos governantes e de servidores públicos persistem ao longo da história. Atualmente divulgam-se críticas e denúncias e Julgam-se crimes dos maus políticos, que nem sempre resultam em prisões; alguns até mesmo continuam no cargo, assim como aconteceu com o visconde de São Lourenço no passado.

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Fonte: IFTM 2018

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